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FAKE NEWS: O PERIGO DAS NOTÍCIAS FALSAS NAS REDES SOCIAIS

Por ZOOM Comunicação

Postado em 02/04/2018

Muito está se discutindo sobre fake news, as notícias falsas que circulam pelas redes sociais e são compartilhadas com uma velocidade preocupante, ganhando proporções assustadoras. Após a morte da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco (PSOL), várias mentiras foram disseminadas pela rede, confundindo os internautas sobre o que era realmente verdade. E, infelizmente, não é um caso isolado.  

Conforme um estudo dos cientistas do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), as notícias falsas se espalham 70% mais rápido que as verdadeiras, alcançando um grande número de pessoas. O estudo foi publicado na revista Science e os dados são alarmantes.

Dependendo da proporção, as consequências dessas informações podem ser irreparáveis, prejudicando os envolvidos e também quem está fazendo um trabalho sério no mercado. Quem recebe a notícia pode ajudar, deixando de compartilhar, sem antes verificar a veracidade.

 

E, VOCÊ? COSTUMA CHECAR AS INFORMAÇÕES ANTES DE COMPARTILHAR?

Atualmente, é difícil encontrar alguém, com acesso à internet, que nunca tenha recebido uma notícia falsa, não é mesmo? Os boatos não foram inventados pelas redes sociais, mas o crescimento delas expandiu o acesso à informação e, consequentemente, às fake news.  

A checagem da informação, antes do compartilhamento, é uma grande aliada contra a disseminação de informações inverídicas. Um estudo do  Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação (Gpopai) da Universidade de São Paulo (USP) apontou que, somente nas redes sociais, 12 milhões de brasileiros compartilham notícias falsas. Um número que preocupa.

Há alguns meses, a notícia sobre o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC/RJ) estampar as latinhas do refrigerante Pepsi foi compartilhada por muitos internautas. A assessoria de imprensa da marca desmentiu o boato e disse que não há nenhuma ação dessa prevista. Uma imagem chegou a circular pela internet. O boato também envolveu a cantora Pabllo Vittar que estampa as latas da Coca Cola. Segundo a informação falsa, a ação [de estampar a foto de Pabllo] causou prejuízo à marca, que também negou a informação.

Reprodução

     

DICAS: VOCÊ SABE IDENTIFICAR UMA FAKE NEWS?

Confira a fonte: antes de compartilhar uma notícia, verifique se a fonte é confiável. Dê sempre preferência para portais e sites de renome e/ou que você conheça. Não quer dizer que um grande site esteja livre de publicar uma informação falsa, mas as chances são menores.

Leia a notícia completa: não é raro pessoas compartilharem uma notícia apenas pelo título ou pelo lead. Ler a reportagem inteira pode ajudar a identificar se aquela informação é ou não verdadeira. 

Pesquise sobre a informação: Não custa nada pesquisar sobre a informação no Google e verificar se mais algum site ou portal está noticiando. Caso não esteja, as chances de a notícia ser uma fake news é muito grande. Atenção. 

Verifique a data da postagem: Notícias antigas também podem ser divulgadas e compartilhadas, sem que as pessoas percebam que não se trata de algo atual. Então, fique de olho nas datas de publicação. 

Erros de ortografia e concordância: Leia a reportagem. Pode acontecer de o jornalista errar uma coisinha ou outra ao longo de uma reportagem, mas, se o texto tiver muitos erros, desconfie.

Navegue pelo site: Encontrou uma notícia e não tem certeza se é verdadeira? Navegue pelo site e entenda se o veículo é mesmo sério, se as reportagens são assinadas por jornalistas, bem escritas e relevantes. 

 

FAKE NEWS E ELEIÇÕES

As informações políticas precisam ser duplamente checadas, já que a disseminação de uma informação falsa pode influenciar outras pessoas e, dependendo da proporção, alterar os rumos das eleições. Talvez seja esse um dos grandes desafios para as eleições brasileiras deste ano.

Quem acompanhou a disputa pela presidência americana em 2016 observou que as fake news ganharam espaço. Muita gente compartilhou, por exemplo, a informação que Hillary Clinton participava de uma rede de pedofilia no porão de uma pizzaria em Washington.

Em terras brasileiras, a dimensão que as notícias falsas alcançam já é tema de debate sobre o impacto de possíveis casos nas eleições. O Senado discutiu o assunto e os participantes defenderam a responsabilização de quem dissemina as falsas notícias e a importância do jornalismo profissional. 

A principal dica para ajudar a combater fake news  é a mais óbvia: atenção com as informações recebidas e não compartilhar notícias, sem antes ter certeza da veracidade.

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