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Marketing Político E O Poder Das Mídias Sociais

Por ZOOM Comunicação

Postado em 29/11/2019

Quem pensa que ainda falta um ano para as eleições municipais, está muito enganado. A campanha eleitoral 2020 já começou.

E, os interessados em disputarem uma vaga para vereador ou prefeito, devem se planejar e usarem as estratégias adequadas para ganharem nas urnas. O marketing político e eleitoral é uma técnica assertiva para quem quer fazer a diferença na votação.

A conquista da visibilidade necessária requer do marketing político um correto uso dos meios de comunicação com as linguagens e características adequadas para construir uma imagem forte e conquistar eleitores.

Um grande diferencial adotado nas últimas eleições são as mídias sociais. Até então, o Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral (HGPE) era o principal instrumento de informação eleitoral para a sociedade.

Entretanto, agora, a campanha oficial nas ruas tem o rádio e TV e também as redes sociais com muito mais vigor e um discurso  pulsante.

O candidato deve usar as redes sociais como uma âncora virtual para debater ideias e propostas de forma responsável e ética, focando na conquista do eleitorado.

Quer saber mais? Continue lendo.

 

A Internet como facilitadora das campanhas eleitorais

O Brasil é o país mais conectado nas redes sociais na América Latina, sendo que cerca de 88% da população acessam o Youtube, Facebook e Instagram. O acesso é decorrente do baixo custo, tanto em termos de tempo quanto de dinheiro. Por causa disso, os canais estão se tornando “os queridinhos” das campanhas eleitorais.

Contudo, como atingir esse público sem ser invasivo? O Marketing político e eleitoral faz uma análise do candidato, quem é o público-alvo e como aproximar e conquistar esse eleitor, fazendo com que seja uma voz ativa na campanha.

O Marketing político também utiliza as mídias sociais para trabalhar a imagem do candidato, buscando ser a resposta aos anseios sociais.

Conheça alguns exemplos de candidatos que usaram as mídias sociais como estratégia de marketing político:

 

 

“Fenômeno Obama”

Barack Obama, em sua campanha de 2008, foi o primeiro candidato a usar as ferramentas disponíveis das mídias sociais. Além de dinamizar a participação cidadã e o processo de escolha dos candidatos, ele despertou o interesse das pessoas em suas propostas e por ações políticas reais e significativas.

Obama teve mais “amigos” no Facebook e no Twitter que seu adversário John McCain, ajudando a levantar um montante superior a 500 milhões de dólares em arrecadação espontânea com 3,2 milhões de doadores, sendo cada um doando em média, menos de 100 dólares.

 

marketing politico

Jair Bolsonaro

No primeiro turno das eleições presidenciais brasileiras, em 2018, 13 candidatos participaram.

Quem tinha o maior tempo de HGPE era Geraldo Alckmin, cinco minutos e 32 segundos; seguido por Fernando Haddad com dois minutos e 23 segundos. Jair Bolsonaro possuía apenas 8 segundos.

Para conquistar o eleitorado, Bolsonaro fez uma campanha forte em mídias sociais. Isso fez com que seus simpatizantes propagassem sua mensagem e conquistando a maioria de votos.

Com 100% das urnas apuradas no primeiro turno, Bolsonaro teve 46,03% dos votos válidos, Haddad ficou em 2º lugar com 29,28% e Geraldo Alckmin, com maior tempo de HGPE, conquistou apenas 4,76%.

 

Alexandre Kalil

Nas eleições municipais de Belo Horizonte, em 2016, 11 candidatos dividiriam o horário de televisão, fragmentando muito o tempo para cada um. Alexandre Kalil teve apenas 23 segundos, sendo o 4º candidato com o menor tempo.

Para fazer frente a nomes fortes, como João Leite (PSDB – 2’39” de HGPE), Rodrigo Pacheco (PMDB – 1’33” de HGPE) e Reginaldo Lopes (PT – 1’23” de HGPE), Kalil recorreu às redes sociais.

Ele manteve um discurso popular, declarando que “não queria ser político, e sim, prefeito”, Kalil foi para o 2º turno com 26,56% dos votos válidos contra João Leite, que teve 33,40% dos votos.

Em um post na  página no Facebook, dia 9 de setembro de 2016, Kalil afirmou a importância das mídias sociais para sua campanha. A partir desse dia, Kalil desistiu definitivamente do seu site e ficou somente com as redes sociais.

Confira o texto do POST

Olha gente,
Eu não tenho tempo de televisão.
Eu não comprei ninguém…
Eu só tenho 20 segundos.
Então, eu só tenho aqui.
Vou precisar de falar com vocês aqui.
Então eu vou pedir para todo mundo que venham na internet.
Que me sigam.
Porque é aqui que eu vou ganhar a eleição.
Na televisão, eu estou lá também.
Mas, é aqui que nós vamos ganhar a eleição.
Porque aqui nós podemos falar.
Aqui, nós não precisamos se vender para ninguém.
Um abraço para todo mundo (Facebook Alexandre Kalil Oficial – 9/9/2016).

 

Quer saber mais sobre Marketing Político e Eleitoral? Então, vamos conversar!

 

Veja também: Qual a importância de manter a frequência em publicação de vídeos nas redes sociais?

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